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“Alvin e os Esquilos 4″ tem data de estreia no Brasil; saiba quando

Posted: 30 Jul 2015 12:17 PM PDT

Resultado de imagem para Alvin e os Esquilos 4
Alvin e os Esquilos" é um tremendo sucesso entre a criançada, inclusive no Brasil. Não à toa, vem aí o quarto longa-metragem estrelado pelos bichinhos cantores, que chega aos cinemas nos Estados Unidos dia 25 de dezembro. O Brasil vai receber "Alvin e os Esquilos 4″ no dia 24, ou seja, um dia antes.

Jason Lee retorna, ao lado de Justin Long, Matthew Gray Gubler e Jesse McCartney. Tony Hale foi escolhido para interpretar o vilão principal. Bella Thorne é a nova adição no elenco.
Por enquanto, não há detalhes sobre o híbrido de live-action e computação, escrito por Adam Sztykiel. A direção ficará por conta de Walt Becker. Os esquilos Alvin, Simon, Theodore e as Esquiletes retornam para mais uma aventura ao lado do humano Dave, vivido por Jason Lee.


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A vida de crianças com membros amputados pode ser mais legal com esta prótese (mais 8 notícias)

A vida de crianças com membros amputados pode ser mais legal com esta prótese (mais 8 notícias)

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A vida de crianças com membros amputados pode ser mais legal com esta prótese

Posted: 29 Jul 2015 02:10 PM PDT

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Apesar dos avanços da ciência e tecnologia para facilitar a vida de quem teve membros do corpo amputados e malformações congênitas, a vida dos usuários de próteses ortopédicas não é nada simples. Especialmente se considerarmos crianças, que, além de lidar com a adaptação da peça, precisam também trabalhar todo o fator psicológico e recriar sua autoestima diante da sociedade. Mas talvez essa dificuldade seja amenizada se o processo de readaptação puder ficar mais divertido.

Carlos Arturo Torres, um designer colombiano residente em Chicago, desenvolveu Iko, uma prótese adaptada para crianças, enquanto estagiava por seis meses no Lego’s Future Lab, projeto experimental de pesquisa da empresa de brinquedos. Feita com uma base acoplável de plástico, Iko pode receber engrenagens, motores e lançar naves “espaciais”, tornando o processo de usar uma prótese muito menos desconfortável para os pequenos.

Os primeiros testes foram feitos em Dario, um menininho de oito anos que nasceu sem o antebraço direito. Após ver um desenho feito por Dario, de um robô com dez braços e um olho biônico, Torres conversou com o garoto e ouviu dele que o próprio robô havia construído seus membros, porque era o único que sabia exatamente do que precisava.

Foi aí que o projeto Iko veio à luz: com uma base recarregadora e dotada de um terminal conector pop-and-lock (monte e trave, em tradução livre), um processador, baterias e sensores mioelétricos, que detectam os movimentos musculares e o transferem para qualquer peça que esteja ligada à sua base, a prótese pode comportar de mãos articuladas à braços robóticos.

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Durante a pesquisa que contou com o colombiano Dario, Torres entendeu exatamente como sua ideia poderia revolucionar a autoestima de crianças e jovens com membros protéticos; ao perguntar para um dos amigos do menino qual era sua percepção sobre ele, o garoto disse se sentir mal por sua condição. Mas, após a introdução de um lançador de naves espaciais na prótese de Dario, a mesma criança respondeu “eu quero uma dessas!”.

A empresa de consultoria em design IDEO, em que Torres trabalha, está desenvolvendo atualmente um modelo de baixo custo de Iko, que será feito em impressoras 3D. Não é a primeira vez que uma prótese é construída para adaptar peças de Lego às necessidades de uma criança – a novidade e principal diferença do projeto de Carlos Arturo Torres está, especialmente, na possibilidade de incluir nos modelos de engrenagens e outros tipos de peças interativas.

A vida de crianças com membros amputados pode ser mais legal com esta prótese










É assim que o Google Translate faz traduções a partir de imagens

Posted: 29 Jul 2015 01:19 PM PDT

Nesta quarta-feira (29), as versões móveis do Google Tradutor (Google Translator) ganharam suporte a mais 20 idiomas nas traduções em tempo real a partir de imagens. É uma mão na roda na hora de viajar. Você aponta a câmera do smartphone para uma placa e voilà: a tradução aparece na tela quase no mesmo instante.

Google Translate

Parece mágica, mas é algo muito mais interessante. A capacidade de trabalhar com tantos idiomas se deve às redes neurais do serviço, agora mais inteligentes. O próprio Google destaca que, cinco anos atrás, um sistema do tipo não saberia diferenciar gatos de cachorros em fotos. Hoje, a tecnologia é capaz de identificar até a raça do animal.

A base da tradução a partir de imagens do Google Tradutor está na tecnologia do Word Lens Translator, app com finalidade parecida que foi adquirido pelo Google há mais de um ano. Os desenvolvedores da ferramenta já faziam um bom trabalho com redes neurais artificiais e, na nova casa, puderam aperfeiçoar os algoritmos.

O Google utiliza redes neurais de aprendizagem profunda, um tipo que, basicamente, trabalha com várias camadas de “neurônios” e, portanto, pode fazer associação entre vários parâmetros. Isso faz toda a diferença.

No primeiro passo, explica o Google, o aplicativo tenta identificar letras na imagem que o usuário fornece. Não é um trabalho simples, pois o app precisa ignorar galhos de árvore, carros, sujeira ou qualquer elemento que aparecer ali.

Google Tradutor - Rede neural

Nessa tarefa, a ferramenta localiza grupos de pixels que têm as mesmas cores. Se um grupo estiver próximo de outros com características semelhantes, provavelmente há uma palavra ali. Mas o desafio mesmo está em identificar cada letra com precisão. É aí que a aprendizagem profunda entra em cena.

As letras têm formas diferentes e podem estar borradas ou desbotadas, por exemplo. Por conta disso, o Google usa não só fotos reais como também imagens alteradas para simular letras com as mais distintas características para treinar o reconhecimento de caracteres do aplicativo. Está dando certo. A ferramenta já está muito boa nisso.

Google Tradutor - redes neurais

Na etapa seguinte, o algoritmo procura a sequência de caracteres identificada — a palavra em si — em um dicionário para finalmente realizar a tradução. Essa pesquisa funciona até mesmo com termos aproximados: se o app procurar por “5uper” terá, mesmo assim, “Super” como retorno.

Daí é só mostrar o resultado na tela. O app exibe a tradução sobre a imagem original, respeitando cores e tamanho de fonte, tanto quanto possível. É uma maneira de deixar a experiência mais natural, digamos assim.

Um detalhe interessante é que a tradução pode ser feita mesmo quando não há acesso à internet. O Google levou isso em conta porque, de vez em sempre, nos deparamos com conexões lentas ou simplesmente ficamos offline por força das circunstâncias (quando estamos dentro de um avião, por exemplo).

Há, portanto, uma pequena rede neural dentro do próprio app do Google Tradutor. Sabendo que isso pode exigir muito de smartphones básicos ou intermediários, o Google tomou o cuidado de otimizar ao máximo o aplicativo.

Com o update de hoje, o Google Tradutor passa a suportar 27 idiomas na tradução por imagens (é necessário baixar um pacote correspondente a cada idioma). Só que a tradução é sempre feita do inglês para outra língua e vice-versa. Ainda não há tradução direta do francês para o alemão, por exemplo, mas eu é que não ouso dizer que o Google não chegará lá.

Sim, o português está entre os idiomas suportados. Isso vem desde o início do ano, quando a tradução a partir de imagens passou a funcionar. Não é surpresa: o Brasil é um dos países que mais utilizam o Google Tradutor.

Além de imagens, a ferramenta pode traduzir a partir de voz, vale lembrar. Basta apertar o botão de microfone. O app “ouvirá” a pessoa que estiver falando, identificará o seu idioma, converterá o áudio captado em texto e fará a tradução. Atualmente, 32 idiomas são suportados nesse modo.

Google Tradutor

É verdade que o app está longe da perfeição. Mas o Google já deixou claro que está disposto a ir longe nessa empreitada.

O Google Tradutor está disponível para Android e iOS. Se você já tem o aplicativo, aguente um pouquinho aí: a atualização com as novidades chega nos próximos dias.

É assim que o Google Translate faz traduções a partir de imagens










Carros do Street View medirão a poluição do ar

Posted: 29 Jul 2015 11:17 AM PDT

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Os carros do Google Street View passeiam pelas ruas do mundo todo. Como torná-los mais úteis para o bem-estar da população? Simples: a Aclima, uma companhia especializada em sensores ambientais, anunciou nesta quarta-feira (29) que fez uma série de testes com o Google para implantar os sensores nos carros do Street View.

A partir da instalação, é possível medir a qualidade do ar ao analisar níveis de gases como dióxido de carbono, monóxido de carbono, metano e outros poluentes que, em excesso, afetam a sua saúde. O teste foi conduzido na cidade de Denver com a ajuda da NASA e da Agência de Proteção Ambiental (EPA, na sigla em inglês).

Ao equipar os carros do Street View com os sensores da Aclima, as empresas coletaram dados por 750 horas de direção, que foram correlacionados com as medições feitas pela EPA. Assim, a agência pode medir com mais precisão se a qualidade do ar está de acordo com os padrões recomendados.

Com todas essas informações, ainda é possível criar mapas de poluição do ar de alta-qualidade, informações cada vez mais necessárias para as cidades, segundo Davida Herzl, co-fundadora e presidente da Aclima. “Esperamos que estes dados farão com que mais pessoas […] entrem no debate sobre como melhorar a qualidade do ar”, disse.

Embora o teste piloto tenha se limitado à cidade de Denver, o Google e a Aclima pretendem estendê-lo para a baía de São Francisco até o fim do ano.

Carros do Street View medirão a poluição do ar










Governo planeja tributar setor de internet

Posted: 29 Jul 2015 10:06 AM PDT

Em meio a uma queda brusca de arrecadação, o governo está procurando maneiras de equilibrar as contas públicas. A internet não deverá escapar ilesa: o ministro da Fazenda Joaquim Levy afirmou estar em discussão um plano para tributar o setor. Esses impostos não se referem à mensalidade da sua conexão, e sim aos serviços online, como portais de conteúdo, hospedagem de sites e até mesmo serviços de entretenimento.

Ministro da Fazenda Joaquim Levy

De acordo com reportagem da Exame, Levy ressaltou que vários provedores mantêm operações fora das fronteiras e que está sendo discutido como essas empresas deverão ser tributadas. O ministro defende: “cada vez que a economia vai para uma direção, temos que discutir uma maneira correta de tributar essa direção”.

Como grande parte dos serviços online se baseia em operações no exterior, muitas empresas pagam menos impostos aqui no Brasil. O custo de operação no país é muito alto: basta comparar a mensalidade de um serviço de hospedagem de sites aqui e nos Estados Unidos.

Ainda não é certo o momento em que essa nova tributação começaria, mas Levy adianta que isso está em estudo desde o início do ano e as conversas serão retomadas com maior força durante o segundo semestre. É natural que as empresas repassem o imposto para o consumidor, portanto, aguarde um aumento nos preços das assinaturas de serviços de streaming de vídeos e músicas.

Governo planeja tributar setor de internet










Ozo: a câmera de realidade virtual da Nokia

Posted: 29 Jul 2015 09:00 AM PDT

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A Nokia (sim, aquela parte que não foi comprada pela Microsoft) anunciou nesta quarta-feira (29) sua aposta para o mercado de realidade virtual. A câmera, chamada Ozo, é capaz de gravar vídeos que posteriormente serão reproduzidos em 360º.

A Ozo tem oito sensores que, sincronizados, produzem a imagem. Essa quantidade de câmeras faz com que o software não precise renderizar o vídeo posteriormente ao juntar várias imagens panorâmicas, o que deve deixar a imagem mais fidedigna e pronta para ser usada logo após a gravação.

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Em relação ao áudio, também são oito microfones que compõem a faixa de som finalizada. A gravação é feita de maneira que haja diferenciação de um som atrás de você ou do seu lado, o que é chamado de “áudio 3D”.

Diferente do que as imagens acima levam a pensar, a Ozo não é uma bola flutuante que faz a gravação de vídeo. Há uma base que reúne os outros componentes e provavelmente serve de suporte à câmera, como mostra o The Verge na imagem abaixo:

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Segundo a Nokia, a Ozo pretende ser o novo padrão de “captura profissional, edição e reprodução de conteúdo de realidade virtual cinematográfico”. Com a facilidade de gravação, não é difícil que o produto se espalhe rapidamente pela indústria da realidade virtual.

Ozo: a câmera de realidade virtual da Nokia










Os preços do Windows 10 no Brasil

Posted: 29 Jul 2015 08:16 AM PDT

O Windows 10 está sendo lançado nesta quarta-feira (29) como uma atualização gratuita para os atuais usuários de Windows 7 e Windows 8.1. Quem não tiver uma licença de uma versão anterior do sistema operacional, no entanto, precisará comprá-lo por meio da loja online da Microsoft ou varejo.

Segundo a Microsoft, o Windows 10 Home será vendido por R$ 329,99, enquanto o Windows 10 Pro custará R$ 559,99. Esses preços são válidos para as versões que serão comercializadas na Microsoft Store e no varejo. Diferentemente das edições passadas, que eram distribuídas em DVDs, a mídia física do Windows 10 será um pendrive.

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Como explicamos anteriormente, há poucos motivos para usuários domésticos comprarem o Windows 10 Pro. Em relação ao Windows 10 Home, a versão mais cara traz recursos como área de trabalho remota, criptografia de disco com o BitLocker, loja do Windows para empresas e Windows Update for Business — que permitirá, entre outras funções avançadas, fazer download de atualizações por P2P.

Quem já possui uma máquina com Windows 7 ou Windows 8.1 poderá fazer a atualização para o Windows 10 gratuitamente até o dia 29 de julho de 2016. Estas são as regras de atualização:

  • Se você tem uma máquina com Windows 7 Starter, Windows 7 Home Basic, Windows 7 Home Premium ou Windows 8.1, receberá o Windows 10 Home;
  • Se você tem uma máquina com Windows 7 Professional, Windows 7 Ultimate ou Windows 8.1 Pro, receberá o Windows 10 Pro.

A atualização gratuita para o novo sistema operacional está sendo distribuída em ondas para os usuários que reservaram sua cópia nas últimas semanas por meio do ícone da bandeja do sistema. Para antecipar o processo, você pode baixar e instalar o Windows 10 manualmente.

Os preços do Windows 10 no Brasil










LG Volt, um bom smartphone intermediário

Posted: 29 Jul 2015 07:10 AM PDT

LG Volt

O segmento de smartphones intermediários nunca foi tão disputado no Brasil. Moto G e Zenfone 5 são as linhas que mais se sobressaem atualmente, com a chegada da Xiaomi ao Brasil trazendo atenção também para o Redmi 2. A LG quer fazer parte dessa briga, é claro, e uma de suas armas é o LG Volt.

Chamado de LG Spirit nos Estados Unidos e em outros países, o aparelho faz parte de uma leva de quatro modelos de categoria básica para intermediária que a companhia sul-coreana trouxe para o Brasil. O LG Volt se posiciona como uma opção para quem quer algo mais em conta, mas, ainda assim, com combinação razoável de recursos.

Há duas versões do LG Volt. Ambas são dual-SIM e vêm com TV digital, mas uma possui processador Snapdragon 400 de 1,2 GHz com 4G. A outra, a que eu testei para este review, vem com chip MediaTek MT6582 de 1,3 GHz e 3G (há uma variação dessa versão sem TV). Será que essa opção corresponde às expectativas de quem procura um smartphone que oferece um pouco mais do que o essencial? Me acompanhe nesta página para descobrir.

Design e pegada

Na primeira olhada, os traços do LG Volt me pareceram semelhantes às linhas do LG G4. Não é prática incomum fabricantes adotarem visual em dispositivos mais simples que remete a modelos topo de linha, mas de forma alguma isso desabona o Volt.

LG Volt

A traseira do aparelho é levemente curvada, o que te ajuda a encaixá-lo melhor na mão e faz o dispositivo parecer mais fino (sua espessura é de 10 mm). A tampa é toda de plástico, mas tem um efeito de metal escovado que a deixa imune a marcas de dedo e lhe confere algum requinte — eu, pelo menos, gostei bastante.

LG Volt

LG Volt

Já virou marca registrada da LG manter o botão Power e os controles de volume na parte traseira. O Volt não é exceção. Trata-se de uma ideia interessante, mas que exige algum tempo de adaptação.

Embora eu já tenha testado outros aparelhos da LG com o mesmo posicionamento de botões, eu passei os primeiros dias com o Volt procurando-os nas laterais. Me acostumei com a ideia lá pelo terceiro dia, mas vez ou outra eu acabava tocando na câmera, logo acima dos botões.

LG Volt

Também não precisa dizer “como você é burro”. No quarto ou quinto dia eu já não errava mais. O botão Power é liso e um pouco mais alto. As teclas de volume têm textura com efeito áspero, logo, fica fácil diferenciá-los só pelo tato.

LG Volt

Com os botões lá atrás, as laterais ficaram livres, com exceção para um pequeno detalhe no lado direito: uma discreta ranhura que serve para desencaixar a tampa traseira — a remoção é fácil, para alívio das nossas unhas. A parte inferior ficou com a porta micro-USB e, o topo, com a conexão P2 (fones de ouvido) e a antena para TV digital.

LG Volt

LG Volt

De modo geral, o LG Volt é um smartphone confortável de se manusear e transportar. A textura e a discreta curvatura da traseira proporcionam ergonomia e segurança — você não fica com a impressão de que poderá deixá-lo escorregar a qualquer momento. A leveza do dispositivo ajuda: são 121 gramas.

O aspecto que me desagradou um pouco é a moldura que circula a tela. Ela está ali para protegê-la, mas a borda é um tiquinho mais elevada que a superfície do visor, o que facilita o acúmulo de sujeira. Nada que uma dose maior de zelo não resolva, certo?

LG Volt

Tela

O LG Volt é uma boa opção para quem, como eu, prefere uma tela generosa, mas nem tanto: o visor do modelo, do tipo IPS, tem 4,7 polegadas e resolução de 1280×720 pixels (312 ppi), uma combinação muito boa para um smartphone intermediário, afinal, você obtém boa definição e, ao mesmo tempo, não judia da bateria.

 LG Volt

Na embalagem do produto, a LG cita entre as características do Volt a tela levemente curvada. Pois é, não é só a traseira que tem esse aspecto. Mas a curvatura é discreta mesmo. O olhar mais desatento provavelmente não irá percebê-la.

Não se trata de um mero detalhe estético. Segundo a LG, a curvatura proporciona cores mais vivas e toques mais precisos, pois o painel curvado traz menos camadas, deixando os sensores touch mais próximos.

Se esse fator influencia mesmo, eu não sei, mas fiquei realmente satisfeito com a qualidade da tela. Além de os pixels não serem facilmente perceptíveis, há boa saturação de cores, amplo ângulo de visão e brilho forte o suficiente para possibilitar visualização em ambientes com forte iluminação (ainda que você encontre no mercado modelos que, nesse quesito, oferecem mais intensidade). Senti falta de um sensor de luz para regulação automática, porém.

 LG Volt

Câmera

Fotos não são um ponto forte do LG Volt, mas dá para dizer que a câmera traseira do modelo cumpre o seu dever com alguma dignidade. Com sensor de 8 megapixels e foco automático, o componente até gera imagens boas, mas um olhar mais apurado pode notar perdas de tonalidade e definição mesmo em ambientes bem iluminados.

Foto tirada com o LG Volt

Foto tirada com o LG Volt

Foto tirada com o LG Volt

Foto tirada com o LG Volt

Foto tirada com o LG Volt

Mas, considerando a categoria do smartphone, é pouco provável que você vá reclamar das fotos quando há bastante luz. O problema se manifesta com vontade quando a iluminação não é tão expressiva. Nessa situação, qualquer câmera apresenta perda de qualidade, mas no LG Volt os ruídos aparecem com muita facilidade.

Foto tirada com o LG Volt

Sim, o flash vai ser obrigatório nessas condições. Só não espere milagres.

Foto tirada com o LG Volt

O app de câmera do dispositivo tem poucas opções de configuração (você não pode ajustar balanço de branco ou ISO, por exemplo), mas vem com algumas funcionalidades interessantes. Arrastando o dedo para cima ou para baixo na tela, você consegue mudar de câmera (o Volt tem câmera frontal de 1,3 megapixel), por exemplo. Também dá para usar comando de voz para tirar selfies: basta pronunciar palavras como cheese, smile e LG (com pronúncia em inglês).

LG Volt

Software e multimídia

O LG Volt sai de fábrica com o Android 5.0.1 Lollipop e a mesma interface customizada (Optimus UI) que a gente encontra, por exemplo, no G Flex 2. Ícones em estilo flat, cores sólidas e efeitos de transição sutis são algumas das características perceptíveis prontamente, mas uma rápida vasculhada nos revela outros recursos implementados pela LG, alguns interessantes.

 LG Volt

Você pode customizar facilmente as teclas de início incluindo ou excluindo botões para notificações ou mudança de chip, assim como usar um tema diferente para cada SIM card, por exemplo. Também dá para tocar o meio da tela e arrastar o dedo para baixo para consultar as horas quando o aparelho estiver em standby.

 LG Volt

O Knock Code, que permite bloquear o smartphone com uma sequência de quatro toques na tela, também está presente. O recurso funciona mesmo se o display estiver apagado, como mostra o GIF altamente profissional que eu fiz. Note também que você pode bloquear o LG Volt rapidamente dando dois toques rápidos na tela.

LG Volt

Um dos atrativos do modelo é a recepção de TV digital. Um aplicativo correspondente está presente, naturalmente, e funciona bem. Na primeira execução, o app faz uma varredura automática para encontrar canais e os disponibiliza em uma lista de botões bastante prática. Também é possível gravar, fazer captura de tela e conferir a programação de cada canal.

 LG Volt

Só não tenha grandes expectativas em relação às imagens: o LG Volt exibe apenas sinais no padrão 1seg — previsível, mas uma pena se considerarmos a qualidade da tela.

 LG Volt

Um detalhe curioso é que o aparelho também vem com rádio FM, mas a funcionalidade exige fones de ouvido. Sim, eu sei, isso é comum, mas eu esperava que o rádio também pudesse usar a antena de TV que o dispositivo possui.

Desempenho e bateria

Processador quad-core MediaTek MT6582 de 1,3 GHz (núcleos Cortex-A7), GPU Mali-400MP2, 1 GB de RAM, 8 GB para armazenamento interno de dados e bateria de 2.020 mAh. Essa é a configuração básica do LG Volt.

Trata-se de um conjunto de hardware bem mais ou menos, mas que dá conta da maioria das tarefas. Nos testes, aplicativos de redes sociais, navegadores (Chrome e Firefox), players e joguinhos casuais rodaram numa boa. Vez ou outra, porém, eu notava certa letargia na resposta da interface, ainda que discreta. Fiquei com impressão de que faltou à LG lapidar a customização um pouco mais.

Pontuação no AnTuTu Benckmark

Pontuação no AnTuTu Benckmark

Mas é com uma aplicação mais pesada que notamos mesmo que estamos falando de especificações não muito empolgantes. Em cenários com muitos elementos, o game Asphalt 8: Airborne deu ligeiras “desaceleradas” (exibiu menos frames por segundo), mesmo estando com gráficos em nível intermediário. Apesar disso, dá para jogar sem passar raiva.

Asphalt 8: Airborne no LG Volt

Asphalt 8: Airborne no LG Volt

A instalação do jogo, que requer cerca de 1,5 GB, deixou o smartphone quase sem espaço. Pudera: dos 8 GB do LG Volt, apenas 3,5 GB vêm disponíveis para o usuário. O resto é preenchido com sistema operacional, interface e aplicativos pré-instalados.

Não gosto disso. Para mim, o ideal é ter pelo menos 5 GB livres. Mas é cada vez mais difícil encontrar um aparelho com 8 GB de capacidade que não saia de fábrica com pelo menos metade do espaço ocupado. Para quem vive tirando fotos ou armazenando música, por exemplo, não dá para dispensar o microSD — o LG Volt suporta cartões com até 32 GB.

Se você se preocupa com a bateria (e quem não?), saiba que o LG Volt se saiu bem, mas sem impressionar. Testei o componente executando as seguintes tarefas:

  • Filme O Senhor dos Anéis – As Duas Torres via Netflix e tela com brilho no máximo (2h59min);
  • Aproximadamente 20 minutos de Asphalt 8: Airborne;
  • 40 minutos de MixRadio;
  • Uma chamada de 10 minutos;
  • TV Digital por 30 minutos.

Com essas atividades, a carga da bateria pulou de 100% para 39%. Dá para passar o dia todo com o aparelho longe da tomada, portanto. Basta tomar cuidado com os aplicativos mais exigentes.

LG Volt

O tempo de recarga também está dentro da média: a bateria do LG Volt demorou 1h43min para sair de 11% para 100% de carga.

Durante esses testes eu também avaliei a qualidade do áudio. Localizado na tampa traseira, o alto-falante do LG Volt quase não distorce, mas o volume máximo não é dos mais altos.

Outro detalhe: se você usar o aparelho na horizontal (para jogar, por exemplo), poderá obstruir a saída de áudio com os dedos. Eu fiz isso jogando Asphalt 8: Airborne.

Como acontece com praticamente qualquer smartphone, você vai ter uma experiência de áudio realmente interessante com fones de ouvido. Mas é bom comprar à parte: o LG Volt vem com o acessório, mas é um modelo bem simples.

LG Volt

Conclusão

Mesmo quem compra um smartphone mais em conta faz questão de bom desempenho nas atividades cotidianas. A busca pela melhor relação custo-benefício é e sempre será uma constante. Nesse aspecto, o LG Volt consegue se sair bem.

O aparelho tem bom design (embora a falta de costume com os botões na traseira possa afastar potenciais compradores), a tela não decepciona na qualidade de imagem e os apps mais comuns (redes sociais e jogos casuais, principalmente) rodam sem intercorrências. Importante para muita gente (sempre noto várias pessoas usando no Metrô de São Paulo, por exemplo), a função de TV também agrada, apesar da baixa resolução.

LG Volt

E as fotos? Bom, a LG tem melhorado a qualidade das câmeras de seus smartphones, por isso, eu esperava um pouco mais do Volt nesse aspecto. Mas dá para fazer registros razoáveis, principalmente se você estiver em um ambiente aberto e bem iluminado.

Em abril, quando foi lançado no Brasil, o LG Volt custava até R$ 929. Preço proibitivo! Mas agora já é possível encontrá-lo com valores bem mais atraentes: em uma rápida pesquisa, encontrei a versão testada aqui em várias lojas online por menos de R$ 600. Bem melhor, não? Ainda mais se considerarmos as cotações atuais do dólar.

Tecnicamente, o LG Volt tem potencial para conquista espaço no mercado, ainda mais se os preços caírem mais um pouquinho. O que falta, ao meu ver, é apelo comercial: essa estratégia de manter vários modelos (relembrando, o LG Volt chegou com outros três smartphones) pulveriza o foco que a fabricante deve dar à promoção de seus produtos. Em outras palavras, eles ficam mais “apagados” no mercado.

Se você não é muito exigente, o LG Volt pode ser uma boa escolha. Mas só leve o aparelho se conseguir bom preço. Do contrário, talvez valha a pena dar mais uma pesquisada nas lojas.

Especificações técnicas

  • Bateria: 2.020 mAh;
  • Câmera: 8 megapixels (traseira) e 1,3 megapixel (frontal);
  • Conectividade: 3G, Wi-Fi 802.11n, GPS, Bluetooth 4.1, USB 2.0;
  • Dimensões: 133,3 x 66,1 x 10 mm;
  • GPU: Mali-400MP2;
  • Memória externa: suporte a cartão microSD de até 32 GB;
  • Memória interna: 8 GB (3,5 GB disponíveis para o usuário);
  • Memória RAM: 1 GB;
  • Peso: 121 gramas;
  • Plataforma: Android 5.0.1 (Lollipop);
  • Processador: quado-core Mediatek MT6582 de 1,3 GHz;
  • Sensores: acelerômetro, proximidade;
  • Tela: ISP LCD de 4,7 polegadas com resolução de 1280×720 pixels (312 ppi) e Gorilla Glass 3.

LG Volt, um bom smartphone intermediário










Carros elétricos poderão recarregar a bateria sem usar cabos num futuro não muito distante

Posted: 29 Jul 2015 07:09 AM PDT

A Qualcomm anunciou nesta quarta-feira (29) que fechou uma parceria com a Brusa, empresa que fornece peças para grandes montadoras de carros. Os termos do acordo incluem o licenciamento do Carregamento Veicular Sem Fio (WEVC, na sigla em inglês), o que dá direito à Brusa de desenvolver e distribuir a tecnologia para as fabricantes parceiras de carros.

Este é mais um passo da Qualcomm para levar o carregamento sem fio de veículos para o mercado, fazendo com que carros elétricos comprados por consumidores comuns possam ser carregados sem nenhum cabo em um futuro não tão distante. A Brusa é parceira de fabricantes como BMW, Fiat, GM, Honda, Hyundai, Volvo e Volkswagen.

Não é a primeira vez que a Qualcomm avança para levar essa tecnologia à frente. A WEVC foi anunciada na CES 2013 e no final do mesmo ano a empresa havia implantado o carregamento por indução magnética na Fórmula E, uma espécie de Fórmula 1 baseada em veículos movidos à energia elétrica.

O vídeo acima, publicado pela Qualcomm em outubro de 2013, explica como a tecnologia funciona (que também pode ser chamada de Halo). Basicamente, uma base de carregamento posicionada embaixo do veículo transfere a energia para um receptor dentro do carro, que leva a carga para as baterias.

Há uma grande expectativa da fabricante em relação à Halo: além de vagas de estacionamento com o transmissor de carga, a Qualcomm diz que será possível implementar o carregamento sem fio em faixas de estradas. Assim, carros poderão fazer grandes viagens sem se preocupar com a bateria e, consequentemente, os carros elétricos do futuro poderão ter baterias menores, reduzindo assim o preço e o peso do veículo.

Com a parceria, Josef Brusa, CEO da Brusa, anunciou que a companhia está “determinada em tornar realidade o carregamento sem fio [de carros]”. Brusa também comentou que está negociando com as principais fabricantes de veículos para levar a tecnologia WEVC ao mercado num “futuro próximo”.

Carros elétricos poderão recarregar a bateria sem usar cabos num futuro não muito distante










Como baixar e instalar o Windows 10 agora mesmo

Posted: 29 Jul 2015 04:50 AM PDT

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A Microsoft está lançando nesta quarta-feira (29) o Windows 10, depois de nove meses de betas públicos. Para evitar problemas, a atualização será liberada em ondas: quem reservou a nova versão do sistema operacional poderá instalá-la nos próximos dias, dependendo da sua posição na fila. Mas, para os mais ansiosos, existe um truque para "furar a fila".

O método funcionará caso seu computador tenha silenciosamente baixado o Windows 10 nos últimos dias. Para saber se isso aconteceu, abra o Windows Explorer, ative a exibição de pastas ocultas e verifique se existe uma pasta chamada $Windows.~BT na raiz do HD. Ela deverá ter algo em torno de 6 GB — se tiver menos que isso, o Windows 10 provavelmente ainda não foi totalmente baixado.

Se deu tudo certo:

  1. Entre na pasta C:\Windows\SoftwareDistribution\Download e exclua todo o conteúdo.
  2. Abra o Windows Update, mas não clique em nada.
  3. Aperte a tecla Windows, digite cmd, clique com o botão direito em Prompt de comando e selecione a opção "Executar como administrador".
  4. No Prompt de comando, tecle wuauclt /updatenow e dê Enter.
  5. A mágica acontecerá.

Ou…

Baixe o Windows 10

Caso você ainda não tenha o Windows 10 pré-baixado, faça o download das ferramentas de criação de mídia da Microsoft de 32 bits ou 64 bits, dependendo da versão atual do seu Windows. Execute o aplicativo e selecione a opção “Atualizar seu sistema”. O Windows 10 será baixado e instalado.

Se preferir, você pode fazer o download dos arquivos *.iso no site da Microsoft.

Atualizado às 9h15 com links de download.

Como baixar e instalar o Windows 10 agora mesmo










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