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Luan Santana - Escreve aí - (Vídeo Oficial) - "DVD Luan Santana Acústico"

Posted: 02 May 2015 11:55 AM PDT

Temperatura Máxima exibe 'X-Men: O Confronto Final', neste domingo, 03

Posted: 01 May 2015 10:55 PM PDT


14:03


X-Men 3: O Confronto Final (2006)
Os X-Men precisam enfrentar a própria evolução na forma de sua ex-integrante, Jean Grey, agora possuída pela força cósmica da Fênix negra, auxiliados por dois novos recrutas (o anjo e o fera). Jean se tornou um perigo para ela mesma, para os mutantes e para todo o planeta. Para combater esta ameaça, é inventada uma cura para os mutantes. Os X-Men ainda têm que lidar com Magneto, Mística, Fanático e outros mutantes da irmandade.
Título Original:X-Men 3: The Last Stand
Elenco:Hugh Jackman, Halle Berry, Ian Mckellen, Patrick Stewart, Famke Janssen, Anna Paquin
Direção:Brett Ratner
Nacionalidade:Americana
Gênero:Ação

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Tesla Powerwall: a bateria recarregável por energia solar que vai abastecer sua casa (mais 2 notícias)

Tesla Powerwall: a bateria recarregável por energia solar que vai abastecer sua casa (mais 2 notícias)

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Tesla Powerwall: a bateria recarregável por energia solar que vai abastecer sua casa

Posted: 01 May 2015 11:02 AM PDT

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Mais conhecida por seus carros elétricos, a Tesla anunciou nesta quinta-feira (30) o Tesla Energy, um conjunto de baterias que fornecem energia limpa para residências e escritórios. O primeiro produto é o Powerwall, uma bateria que armazena energia elétrica obtida através de painéis solares e abastece a casa em momentos mais oportunos.

O ponto principal do Powerwall é: atualmente, você pode instalar um painel solar na sua casa e diminuir os gastos com energia elétrica. No entanto, se você é uma pessoa normal, seu consumo é mais elevado justamente no comecinho da manhã ou durante a noite, quando o sol não está brilhando. O Powerwall consegue armazenar essa energia obtida durante o dia e permite que você a utilize posteriormente.

A bateria da Tesla também pode ser útil em países que cobram mais pela energia elétrica nos horários de pico: quando a tarifa estiver mais alta, basta ligar o Powerwall e diminuir a dependência da rede tradicional. Além disso, em caso de queda de energia, o produto também pode ser usado como um gerador para abastecer toda a casa.

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Dois modelos do Powerwall estarão disponíveis inicialmente: o mais básico, de 7 kWh (quilowatt-hora), custa US$ 3.000, enquanto a bateria de 10 kWh será vendida por US$ 3.500. Os custos da instalação e do painel solar não estão inclusos. O produto tem garantia de 10 anos, pode funcionar em temperaturas de –20ºC a 43ºC e as primeiras unidades serão entregues até setembro nos Estados Unidos.

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O Powerwall é para residências, mas…

10 kWh podem funcionar bem para uma residência ou pequeno escritório, mas não para empresas maiores. Por isso, a Tesla também anunciou o Powerpack, uma espécie de Powerwall turbinado, que será vendido em blocos de 100 kWh. A ideia é que essas baterias maiores sejam infinitamente escaláveis, para fornecer energia até mesmo para indústrias e serviços públicos, por exemplo.

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Entre os clientes está a Amazon, que começou a testar um sistema de baterias de 4,8 MWh (megawatt-hora) da Tesla em um datacenter da Amazon Web Services localizado na Califórnia. A rede de varejo Target também está usando o Powerpack em algumas de suas lojas para diminuir o consumo da rede elétrica nos horários de pico.

E os planos de Elon Musk parecem bem ambiciosos: segundo o The Verge, durante a apresentação do Tesla Energy (que foi movida por energia solar armazenada em baterias), o CEO diz que pretende mudar a forma como nós produzimos e consumimos energia. 160 milhões de Powerpacks poderiam abastecer os Estados Unidos, e 2 bilhões seriam suficientes para o mundo inteiro. Então tá!

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Tesla Powerwall: a bateria recarregável por energia solar que vai abastecer sua casa








Indústria da música vence mais uma: o Grooveshark fechou as portas

Posted: 01 May 2015 10:25 AM PDT

Foram quase dez anos de atividade, muitos deles resistindo bravamente aos ataques de gravadoras e distribuidoras. Mas a indústria fonográfica finalmente venceu a batalha: o Grooveshark, um dos serviços mais populares de compartilhamento e streaming de música, fechou suas portas para nunca mais abri-las.

A decisão faz parte de um acordo de “rendição” firmado com gravadoras, entre as quais, Universal Music, Sony Music e Warner Music. A luta entre ambos os lados começou há seis anos, quando as gravadoras acionaram judicialmente a Escape Media, empresa responsável pelo Grooveshark, sob a acusação de distribuição ilegal de material protegido por direitos autorais.

Grooveshark

De lá para cá, o serviço veio desviando, tanto quanto pôde, das investidas das gravadoras. Ao mesmo tempo, a base de usuários cresceu: os números recentes indicavam 35 milhões de ouvintes. Só para você ter ideia do que isso representa, o Spotify, o serviço de streaming de áudio mais popular do mercado, tem atualmente cerca de 60 milhões de usuários.

Os números impressionantes atraíram investidores, anunciantes, artistas e até alguns contratos com gravadoras. No entanto, o Grooveshark seguiu disponibilizando músicas de uma forma que a indústria fonográfica não aprova, ou seja, sem licenciamento.

Não houve trégua nos tribunais, consequentemente. A pancada mais forte veio em setembro do ano passado, quando o juiz Thomas P. Griesa considerou Samuel Tarantino e Joshua Greenberg, ambos fundadores do Grooveshark, responsáveis pela infração de direitos autorais de nove gravadoras.

O golpe final veio agora. Na quarta-feira, o mesmo magistrado declarou que o Grooveshark distribuiu, intencionalmente e com má fé, 4.907 músicas não licenciadas. Como consequência, a Escape Media foi condenada a pagar US$ 736 milhões de indenização – US$ 100 mil por faixa.

É muito dinheiro. Tanto que a empresa se viu obrigada a aceitar os termos do acordo, que incluem encerrar o serviço, fechar contas em redes sociais, pedir desculpas publicamente e, ainda por cima, recomendar alternativas online que oferecem streaming de música de maneira legal. Em troca, a Escape Media não precisa pagar os US$ 736 milhões.

O juiz Thomas Griesa (Imagem: Reuters)

O juiz Thomas Griesa (Imagem: Reuters)

É o que foi feito. Desde ontem (30/04), o site do Grooveshark exibe apenas o pedido de desculpas, que começa assim (em tradução livre):

Hoje estamos fechando o Grooveshark.

Nós começamos há quase dez anos com o objetivo de ajudar fãs a compartilhar e descobrir música. Mas, apesar das nossas melhores intenções, cometemos erros muito sérios. Falhamos em obter licenças dos detentores dos direitos da grande maioria das músicas oferecidas no serviço.

Isso não é correto. Pedimos desculpas. Sem reservas.

A recomendação de serviços de streaming legais também está na nota:

Hoje há centenas de serviços amigáveis e acessíveis para você escolher, incluindo Spotify, Deezer, Google Play, Beats Music, Rhapsody, Rdio, entre muitos outros.

Se você ama música e respeita artistas, compositores e todos que possibilitam grandes produções, use um serviço licenciado que compense artistas e outros detentores de direitos.

A RIAA, a associação que reúne as principais gravadoras dos Estados Unidos, comemorou o fim do Grooveshark:

Esta é uma vitória importante para artistas e toda a indústria da música. Por muito tempo, o Grooveshark construiu seu negócio sem compensar devidamente artistas, compositores e afins. O acordo põe fim em uma importante fonte de atividade ilegal.

O fim do Grooveshark é apenas mais um capítulo da história da música digital. A gente pode esperar mais embates por aí. O próximo alvo pode ser, ironicamente, os serviços legais: como já relatamos aqui, as gravadoras estão cada vez mais determinadas em limitar – ainda mais – os planos gratuitos oferecidos por empresas como Spotify.

Com informações: TorrentFreak

Indústria da música vence mais uma: o Grooveshark fechou as portas








Lost Yeti: um puzzle gelado e tranquilo para o feriado

Posted: 01 May 2015 09:03 AM PDT

Lost Yeti é um jogo bastante tranquilo para jogar em dias tranquilos. Hoje é um dia tranquilo, não é? E aqui onde estou faz até um pouco de frio, o que combina bastante com o clima do jogo, que envolve muita neve, blocos de gelo e picolés. Bom, talvez eu não ficasse com tanta vontade de picolé no frio, mas um abominável homem das neves curte essas coisas… não?

Ele é um jogo relativamente simples: você desloca alguns blocos de gelo para alterar o caminho que seu Yeti percorre pelo nível. Faça-o alcançar a linha de chegada e seja feliz. Se conseguir pegar todos os picolés de cada nível, melhor ainda! É só clicar e arrastar. Super de boa, não é? Sem segredo nenhum.

Então aparecem os inimigos. Inimigos são sempre ruins, sem exceção. E esses de Lost Yeti são realmente cruéis. Além de derrotar o pobre homem das neves, eles também destruirão qualquer sorvete em que encostarem. Pura maldade desses monstros sem coração.

Então, além de se preocupar em conseguir encontrar o caminho correto para chegar a saída e pegar todos os picolés, também deverá evitar que os monstros destruam os sorvetes e matem o Yeti maravilhoso super legal. Tudo isso, apenas movimentando uns blocos de gelo. Quando os blocos de gelo começarem a se entrelaçar e você tiver que gerenciar o movimento de uns 4 inimigos em um mesmo nível, verá quão difícil o jogo é. Mas até lá é só felicidade.

Lost Yeti também está disponível para AndroidiOS, e parece ser uma ótima escolha para aquela fila de banco ou viagem de ônibus.

Lost Yeti: um puzzle gelado e tranquilo para o feriado








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